Tratada como puta pelo meu tesudo cunhado, irmão do meu esposo

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Como narrei no conto anterior, o meu cunhado tinha comido meu cuzinho a força e eu, nem sabia que o meu marido me esperava acordado para me comer e saber como o irmão dele tinha me comido. Muito bem. Na manhã seguinte, logo que o meu marido havia saído para pescar, e passaria o dia fora, de barco, e pescando com outros amigos. O meu cunhado entrou no quarto, me acordou me dando uma gostosa lambida no rego da minha bunda que ainda cheirava forte a sua porra resseca no meu cu, e a do meu corninho na boceta. Acordei e ele me falou: “Acorda vadia, o corno do seu marido, que é meu irmão já saiu e você vai na cidade comigo. Veste uma roupa de puta e venha logo, não precisa tomar banho”.
 
Eu me levantei da cama, fui ao banheiro, fiz meu xixi e escovei meus dentes. Nem tomei meu banho. Do jeito que estava da noite anterior com o cu e a boceta ainda grudada de porra e a calcinha toda suja e amarelada dos dois, eu saí do banheiro e fui me vestir. O fundo da minha calcinha fio dental estava todo amareladinho de porra dos dois, mas mesmo assim,  permaneci vestida com a minha calcinha fio dental vermelha, toda suja e  vesti um shortinho jeans cortado bem curtinho, blusa transparente e tamancos nos pés. Passei um batom vermelho nos lábios, combinando com

a cor do esmalte das unhas dos pés e das mãos. Aspergi meu perfume nas orelhas e pescoço. Dei uma escovada nos cabelos e saí do quarto indo a cozinha para tomar um café.
 
Quando cheguei a cozinha, as duas funcionárias dele que moram no pesqueiro, ao me verem, ficaram de olhos arregalados. Acho que elas não acreditaram que eu, sendo cunhada dele, iria sair com ele vestida daquela maneira, enquanto o corno do meu marido estava pescando. Terminei de tomar o café, e fui para a camionete onde ele me esperava. Meu cunhado não é um homem bonito. Mas é um homem charmoso, e mesmo morando no mato, não deixe de ser elegante. Moreno claro, alto, corpo até bem cuidado para os seus 56 anos de idade, e tem um belo sorriso.
 
Desde que se separou há quinze anos, passou a ser um homem de freqüentar puteiro e zonas da região. Por essa razão, se acostumou com putas. Já dentro da camionete com ele, o safado já foi me espolegando, acariciando as minhas coxas e apertando o meu shortinho jeans por cima da minha boceta. Na rodovia, ele tirou o cacete pra fora da calça e me mandou chupá-lo. Nossa, o pau dele cheirava forte, estava bem azedo, até com um pouco de sebo, ele não tinha tomado banho também. Cheirava porra, urina e o meu próprio cu. Mesmo assim, eu me deitei no seu colo e ...


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