Um Estranho Dedou meu Cu no Busão REAL

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C A - R A - L H O.

O que vou relatar aconteceu hoje, mais ou menos ao meio dia. Foi algo totalmente inesperado, com certeza, uma das maiores loucuras que rolou comigo nos últimos meses.
Eu estava no ponto, aguardando o ônibus, de volta da academia para casa. Eu estava de tênis, com aquelas camisetas regatas compridas de academia e um um short curto e preto de malha, bem leve, que marca bem o corpo. Como sempre uso.

O ônibus chegou já bem lotado. Entraram eu e mais umas 4 pessoas. Já me direcionei para o fundão do ônibus para não ter problemas na hora de descer. Fui me espremendo por entre as pessoas no meio do corredor e achei um espacinho na área para cadeirantes e lá me instalei. O motorista era bem loco, era cada solavanco que ficava difícil de me segurar sem ficar esbarrando nas pessoas. Extremamente desconfortável. Não demorou muito, com o balançar do ônibus, acabei roçando a minha bunda num cara atrás de mim. Eu estava com meus fones de ouvidos, super distraído, tentei dar uma olhada para trás para identificar o figura, era um cara alto, devia ter uns 180 cm, queimado de sol, e com restos de cimento no

braço. Não vi o rosto direito, mas pelas veias saltadas nos braços e mãos grossas, parecia ter aquele corpo definido de peão de obra. Ele estava atrás de mim com um mochilão à sua direita e segurando na cabeceira do assento à nossa esquerda. Ou seja, de um lado tinha os assentos altos, e do outro uma penca de gente.

Fiquei de boa na minha, paradinho. Mas a cada solavanco o cara dava uma roçada de leve na minha bunda. Eu entendi aquilo como um sinal verde, tirei meus fones de ouvido e os coloquei no bolso de trás, aproveitando para roçar minha mão na pica dele. Comecei a ir no balanço do ônibus e jogar o meu corpo para trás e dar umas sarradinhas. Rebolava de leve.

A essa altura o pau do cara já tava duro como uma pedra. Sempre que o ônibus dava um solavanco forte eu ia com tudo pra trás e colava meu rabo na pica dele e sentia ele fazendo o mesmo. De vez em quando nos afastávamos um pouco, como se fosse possível, para disfarçar, mas logo voltávamos a encaixar os nosso corpos um no outro.

Se, fisicamente, dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço, nós estávamos a desafiar a ...


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