Viagem de férias

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Eram as férias de julho de 2016 e combinamos, eu, meu 2º marido e minha filha, tirá-las numa estância em Mato Grosso.

Antes de começar o relato quero nos descrever: tenho 33 anos, mãe solteira, loura, olhos verdes e um corpo modelado em academia que frequento com minha filha, seios grandes, sempre depilada; minha filha estava com 16 anos seu corpo é maravilhoso, depilado como o meu, seios ligeiramente menores, cabelos castanhos na altura dos ombros; meu marido, também 33 anos, tem tipo franzino, é moreno.

Num sábado, pegamos a estrada. Num trecho de pouco movimento caímos num buraco enorme que furou 2 pneus. Meu marido trocou um deles, mas tivemos que aguardar que alguém passasse para solicitar ajuda. Cerca de ½ hora depois apareceu um caminhoneiro que ofereceu-se para levar o pneu a uma borracharia. Receoso de nossa exposição e vulnerabilidade se ficássemos ali, meu marido pediu que fossemos junto com ele com o que concordou. Dirigiu por cerca de 15 km desviando por uma estrada de terra e parou junto a um bosque. Apanhou algumas cordas na caçamba e ordenou que descêssemos. Indaguei o que faríamos pois nada havia à vista. Mandou que caminhássemos até o bosque revelando que queria minha filha. Começamos a chorar e me ofereci em troca. Amarrou-a numa árvore e lambeu os beiços ordenando que eu tirasse a roupa. Usava uma blusa frente única amarrada em torno do pescoço e um short justo sobre a calcinha. Hesitei e me deu um bofetão marcando meu rosto. “Dispa-se, vagabunda, para provar um cacete de homem”. Desamarrei a blusa que caiu ao chão revelando

meus seios orgulhosos e empinados. Abocanhou-os sugando os mamilos que endureceram. “Está gostando, sua vaca?” “Não me trate assim. Só estou fazendo isto para proteger minha filha”. “Ajoelhe-se e chupe minha pica”. Obedeci e minha filha viu quando enfiou-a em minha boca. Suguei o mastro lambendo o pré-gozo. Satisfeito com minha submissão, ordenou que deitasse abrindo as pernas e enfiou a vara em minha buceta, comendo-a com violência. “Que buceta apertada. Seu homem deve ter uma piquinha que não te satisfaz”. Movimentou-se e excitou-me. Gozei aos gritos. “Agora, gostosa, vou enrabar você. Fique de quatro”. “Não, meu cuzinho não está habituado a levar vara”. “Será você ou a putinha ali”, replicou. Mais uma vez, cedi, virando. Lubrificou a vara nos sumos da vagina e forçou a entrada. A dor foi imensa e gritei quando as pregas cederam, recebendo a piroca. Gozou dentro. Ao sair, vi um filete de sangue misturado ao esperma caindo ao chão.

Ordenou que chupasse minha filha enquanto sugava e mordia seus peitos. Minha filha gozou em minha boca. Retornamos ao caminhão e nos deixou na borracharia avisando que eu gostava de trepar. O conserto durou 1 hora e o borracheiro nos levou de volta. Meu marido já estava preocupado com a demora e contei-lhe nossa odisseia. Trocado o pneu, seguimos viagem. Eu estava dolorida e troquei de lugar com minha filha, passando para o banco de trás, deitada de bruços. Quilômetros depois, fomos parados numa blitz policial. Os policiais verificaram os documentos encontrando alguma irregularidade que não explicaram. Mandaram que saíssemos e nos levaram, separados, à base retendo-nos lá até a troca de turno que era ...


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