Zoofilia: Eu, a velha evangelica e o cavalo

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Zoofilia: Eu, a velha evangelica e o cavalo.


O que passarei a contar é um caso veridico que me aconteceu em julho de 2002, meu nome é nilton, tenho 28 anos, negro,1.66m, 70 kg. Janete é uma senhora gorda de 62 anos, seios grande e quadris largos, pele branca e acima de tudo muito religiosa, sempre me chamou a atenção aquele mulher com seus vestidos e saias longas e seu jeito cauteloso de andar, talvez seja devido a idade ou o peso, o que sei é que nunca imaginei que eu e ela teríamos alguma coisa ou melhor que ela fosse capaz de fazer ou contarei agora. Devido ao fato de ser viuva, e Ter apenas um casal de filhos já formados e vivendo distante dela, foi o quer me fez me aproximar dela. Ao lado da minha casa há uma data vazia, entregue ao mato cujo o único hospedade as vezes é um cavalo velho e magrizela provenientes aos longos anos de trabalho forçado, como gosto muito de animais e gosto principalmente de observa-los transando foi o que me fez pensar nesse absurdo. Após ter feito um ano que eu morava naquele bairro, comecei me aproximar da minha vizinha, a Janete, um dia ela me convidou para ir a sua igreja, como naquela época eu morava sozinho resolvi aceitar, o que então ocasionou dela sempre vir me chamar para irmos a igreja e após a minha primeira e única visitar a sua igreja e ao fato de eu não Ter ido mais, foi o que ocasionou a sua insistencia, e as minhas constantes desculpas. O bom disso foi que eu e Janete nos tornamos bons amigos, amigos daqueles de conversar todos os assuntos, num desses assuntos ela me contou toda a sua vida até o presente momento, pude perceber que a muito tempo aquela mulher não tinha contato com um macho, aquilo me fez imaginar coisas. Fomos até o meu pequeno quintal que fica no fundo da data cujo muro possui uma abertura que permiti passar para a data ao lado, era justamente por essa abertura que aquele cavalo esquelético havia passado e agora se encontrava pastando dentro do meu quintal com seu cacete meio espendurado para fora. Janete ao vê-lo perguntou-me se aquele animal não me perturbava pois a todos ali do bairro ele era um verdadeiro transtorno, já que ficava a andar livremente pelas ruas e calçadas, e que aquela situação era insuportável. Pudi perceber como ela ficou perturbada, não sei se por tesão ou por outro motivo. Disse-lhe que isso não era nada demais e que o pobre cavalo não estava perturbando ninguém, ela disse que perturbava sim, e disfarçadamente pude perceber que quando eu não a estava olhando ela disfarçadamente olhava para o pau do cavalo. Tomando coragem e aproveitadno a situação fui até o cavalo e fiz lhe um agrado no focinho e chamei janete para que viesse também, ela relutou e

disse que iria embora e passou bem ao lado do cavalo, eu fui até ela e a puxei pela mão e insisti que ela ficasse, relutante ela insistia que não, não agüentado mais e pronto para agüentar a humilhação e possívelmente os desaforos que iria ouvir pelo meu desrespeito, eu a abracei por trás e segurei em seus seios, a reação foi instantânea, Janete grita comigo e me da um tabefe no rosto reclamando pelo meu abuso para com ela, mas pela reação pude perceber que a hora era essa, simplesmente eu a abraço e sem demora dou-lhe um beijo, surpresa ela abre a boca o que me possibilita dar-lhe um beijo de língua, janete reluta mas eu a seguro firme e por fim ele também me beija, e após isso me diz seu estou ficando doido, que isso era pecado e tudo mais, aproveitando a “deixa” começo a tocar em seus seios, devido ao fato de estarmos no fundo da casa e escondido, janete simplesmente suspira e começa a gemer lentamente. Os seus seios volumoso eram deliciosos, sem esperar eu levanto sua blusa e começo a chupar seus seios, nesse momento ela sem perceber enconta na lateral do cavalo, enquanto chupo seus peito, começo a passar e apertar o pau do cavalo e a bater um punheta para o pobre esquelético. Janete ao ver aquilo tenta parar e ir embora mas eu a seguro e sugo seus peitos com mais força, era tudo o que faltava, ela se entrega totalmente e puxa seu sutiã para cima e o tira, pega a minha cara e esfregar com força entre seus seios, seus bicos eretos são enormes, mais que depressa tiro meu pau pra fora e insito para que ela segure-o, com muita luta ela topa, nos ajoelhamos enquanto eu a beijo e com uma das mãos eu pego o pau do cavalo que desta vez já está tudo completamente para fora e acelero a punheta. Nesse momento passa-me pela cabeça um pensamento insano, fazer o cavalo gozar e direcionar toda a porra para janete. Janete sem desconfiar de nada continua ajoelhada acariciando meu pau e me beijando, então eu acelero os movimentos no cavalo, sinto seu pau pulsar fortemente, pego seu pau com as duas mãos e após mais alguns momentos de punheta acelerada, o cavalo começa a gozar, rapidamente eu direciono o jato de porra para janete que quando sente a porra quente do cavalo em seus peitos abre os olhos assustada. Antes que ela levante eu direciono o jato bem para seu rosto e tive uma visão maravilhosa, janete com o rosto todo melecado e boquiaberta, boa parte de porra entra em sua boca, sem querer ela acaba engolindo um pouca da porra do animal. Foi então que eu tive uma surpresa maravilhosa, como se tudo mudasse, do nada janete se transforma e libera todo o seu desejo contido em anos de solidão, ela começa a se lambuzar toda, peito, rosto, cabelo, pernas, ela esfrega ...


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